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Denise (MT), 07 de dezembro de 2019 - 23:12

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22/07/2019 17:33

Em greve há 56 dias, servidores se acorrentam em frente ao Paiaguás, como protesto

Em greve há 56 dias, os servidores da Educação do estado protestaram em frente ao Palácio Paiaguás, na manhã desta segunda-feira (22). Acorrentados em frente do prédio, os grevistas gritavam frases de ordem como “liberta, liberta, liberta a Educação”.

O governo publicou um vídeo, na última semana, reforçando que está impedido por lei de conceder qualquer aumento salarial. No comunicado, o Executivo diz que a greve é abusiva e que prejudica toda sociedade mato-grossense

A categoria reivindica o cumprimento da Lei 510/2013, que trata sobre aumento salarial, pagamento dos salários cortados durante o período de paralisação e a Revisão Geral Anual (RGA). Em contrapartida, o governador Mauro Mendes (DEM) vêm reafirmando que não pode conceder o aumento para não ultrapassar o teto estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), de 49%.

 

No último final de semana, o Sintep (Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso), divulgou nas redes do sociais uma agenda com atividades de mobilizações previstas para os próximos dias. Os grevistas devem aproveitar a reinauguração da Santa Casa - que contará com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta - nesta terça-feira (23) -, para protestar e exigir o cumprimento das pautas de reivindicações.

 

O governo publicou um vídeo, na última semana, reforçando que está impedido por lei de conceder qualquer aumento salarial. No comunicado, o Executivo diz que a greve é abusiva e que prejudica toda sociedade mato-grossense.

 

Mobilizações

 

Na última sexta-feira (19), profissionais da Educação estadual, cobraram do governador Mauro Mendes, respostas às reivindicações da categoria durante protesto em Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá).

 

O chefe do Executivo estadual realizava visita técnica a pontos turísticos do município, quando foi surpreendido e hostilizado por um grupo de grevistas, que fecharam cerco contra o gestor democrata, nas ruas da cidade. Usando palavras de ordem, dentre elas as mais repetidas dizia: 'O que finaliza greve é proposta!” e “a greve continua”.

 

No início do mês, os professores foram às ruas para vender balas nos sinaleiros de Cuiabá e pediram doações, numa clara resposta à queda-de-braço com governador, que vem fazendo os cortes salariais, até mesmo dos servidores que estão de licença para tratamento de saúde.

 

Proposta da Assembleia

 

Durante coletiva de imprensa, Mauro Mendes disse que não vai acatar sugestão da Assembleia de parcelar em três vezes o reajuste salarial dos profissionais da Educação. Conforme o democrata, o estouro na Lei de Responsabilidade Fiscal barra o Executivo de conceder qualquer aumento salarial e reforça que o reequilíbrio fiscal do Estado é crucial para tal medida.

 

O presidente da Assembleia, Eduardo Botelho (DEM), sugeriu que o reajuste salarial fosse parcelado em três vezes, um de 2,6% de reajuste na folha salarial correspondente ao mês de agosto de 2019, o outro de 2,6% correspondente ao mês de novembro de 2019 e por fim 2, 49% na folha salarial correspondente ao mês de fevereiro de 2020.

 

Ainda conforme a Casa de Leis, o Estado teria condições para isso, porque haverá um incremento de receita, a partir de janeiro de 2020, como resultado da aprovação pela Casa de Leis, do Projeto de Lei oriunda das renúncias fiscais, estimada em R$ 500 milhões.

 
 

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