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Denise (MT), 22 de maio de 2019 - 01:37

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Política

15/05/2019 09:55

Mauro:'Profissionais têm 3º melhor salário do país e temos a 21ª pior educação'

Declaração do governador foi em referência ao indicativo de greve dos professores. Ele destaca que é preciso reavaliar a educação no Estado e diz que tem dificuldade de pagar salários.

Diante dos questionamentos sobre o indicativo de greve apresentado pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), na última segunda-feira (13), o governador Mauro Mendes (DEM) foi enfático ao afirmar que a paralisação não resolve os problemas do estado e muito menos da educação, já que a avaliação do desempenho de Mato Grosso nacionalmente não tem acompanhado a colocação salarial dos professores.

“O Sintep tem todo o direito de fazer como é livre o exercício do direito de greve, mas os profissionais da Educação de Mato Grosso já têm o terceiro melhor salário do Brasil e nós temos a 21ª pior educação do  Brasil. Então é momento de refletir um pouco sobre isso. Saber que nós precisamos melhorar a educação, sim, mas não é só melhorando salário que nós vamos melhorar a educação”, declarou pouco antes da inauguração da UPA em Várzea Grande.

O indicativo de greve do Sintep é de paralisação por tempo indeterminado, a partir do dia 20 de maio, se o Governo não atender as reinvindicações feitas.

“O Sintep tem todo o direito de fazer como é livre o exercício do direito de greve, mas os profissionais da Educação de Mato Grosso já têm o terceiro melhor salário do Brasil e nós temos a 21ª pior educação do Brasil"

Mauro lembrou que o Estado tem dificuldades de pagar os salários, que aumentaram nos últimos anos e criticou a medida.

“Olha eu já disse algumas vezes, meus amigos. Se greve resolver o problema de Mato Grosso vamos todos fazer greve. O governador faz greve, o jornalista faz greve, o empresário faz greve, o servidor faz greve e se isso resolver nós poderemos então ter um Estado muito melhor. Greve não resolve”, asseverou.

Ainda sobre a dificuldade econômica do Estado ele disse que não descarta novos cortes financeiros em secretarias e autarquias do Governo.

Entre as reivindicações estão: o pagamento dos 7,69% da Lei 510/2013, a convocação do cadastro de reserva dos homologados ainda este ano, para o ingresso no ano letivo de 2020 e apresentação de cronograma de reformas de unidades escolares.

 

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