Denise (MT), 19 de janeiro de 2021 - 22:24

? ºC Denise - MT

Curiosidades

29/11/2020 17:11 GALILEU

Solidão é mais forte aos 20 anos e menor após os 60, diz estudo

Estresse, pressão profissional e necessidade de encontrar um parceiro fazem com que os mais novos se sintam mais isolados, segundo cientistas

A solidão pode ser considerada uma questão de saúde pública prevalente, com impactos no bem-estar e na longevidade. Um estudo da universidade norte-americana Florida State University College of Medicine, publicado em 2017, mostrou que a solidão pode aumentar em 40% o risco de demência, além de tornar a pessoa isolada mais vulnerável a doenças neurodegenerativas, como depressão, hipertensão e diabetes. Já pesquisadores da Universidade de Chicago alertaram, em 2018, que a falta de experiências sociais pode ser tão nociva quanto o cigarro. O tema tem gerado tamanha preocupação nos últimos anos, ao ponto de o governo britânico criar um gabinete especialmente voltado a estratégias para enfrentar o problema.

Agora, cientistas da Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos, afirmam que a solidão seria mais intensa entre os jovens. Segundo o estudo, lançado neste mês pelo The Journal of Clinical Psychiatry, entre os 20 e 29 anos, a solidão atinge o seu pico durante a vida. Por outro lado, após os 60 anos é que as pessoas se sentem menos atingidas por ela. 

As conclusões vieram de uma análise com mais de 2.800 participantes, todos norte-americanos, com idade entre 20 e 69 anos. Nela, os pesquisadores identificaram os fatores psicológicos e sociais que levam a padrões de solidão em diferentes faixas etárias. Em seguida, encontraram uma série de preditores de solidão ao longo da vida.

Saiba mais em Galileu


1335x100

Click Denise

Todos os direitos reservados
É proibido a cópia total ou parcial do conteúdo, e a reprodução comercial sem autorização.
Denise- MT

Contato

Redes Sociais

Crie seu novo site Go7
versão Normal Versão Normal Painel Administrativo Painel Administrativo