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Curiosidades

09/03/2020 20:06 Fonte: Conecte Relações Públicas/ Henrique Pimenta Foto: Assessoria de Relações Públicas

Mais de 10 milhões de pessoas possuem problemas auditivos no Brasil

Estudos de 2019 realizados pelo ‘Instituto Locomotiva’ apresentam dados que mais de 10 milhões de pessoas possuem problemas auditivos no Brasil. Entre os que possuem deficiência auditiva severa (2,3 milhões), cerca de 15% já nascem surdos. Com o avanço da medicina, o diagnóstico precoce e uso de aparelho auditivo podem garantir qualidade de vida ao cidadão e facilidade no entendimento e na fala.

Bom exemplo disso é o do ator Pedro Neschling que trabalhou na Globo e na Record, tem dificuldades de ouvir os agudos e usa aparelho auditivo há 4 anos. “E assim ao longo da vida eu me recusava a encarar a verdade: que eu precisava usar aparelho auditivo. Não por preconceito, porque juro que nunca vi qualquer problema nisso. Mas tão pouco entendia que isso pudesse ser normal, como usar óculos é. Depois de décadas sofrendo as consequências sociais de não escutar normalmente, comecei a usar aparelho há 4 anos. E já não sei como levei minha vida antes disso”, explica Pedro.

O problema de surdez pode ocorrer em pessoas mais novas e também mais velhas, independente de cor ou classe social e dessa forma qualquer dificuldade para se ouvir é sinal de que o médico otorrino deve ser consultado o quanto antes. Neste mês de março, celebra-se o Dia Internacional da Audição, no dia 03, o que torna o debate propício sobre o tema, principalmente como alerta sobre a importância da prevenção e cuidados com o ouvido.

Segundo a fonoaudióloga com ampla experiência em Cuiabá, Samia Helena Ribeiro, da Audax Aparelhos Auditivos, o cuidado para com o paciente que tem problemas em ouvir é imprescindível para que o mesmo possa se inserir tanto no mercado de trabalho como na vida social. “Hoje temos diversos tipos e tamanhos discretos de aparelhos auditivos que podem proporcionar a inclusão e a qualidade de vida para o paciente. A família sempre deve estar atenta aos sinais de isolamento, fala comprometida e dificuldade de audição, para em seguida buscar o tratamento junto ao médico com objetivo de propiciar a melhor solução para cada caso, pois faz total diferença na continuidade da vida do paciente”.


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